domingo, 7 de agosto de 2011

JUIZ HELDER MESQUITA PREPARA LANÇAMENTO DE NOVOS LIVROS




REMINISCÊNCIAS

Dois alentados volumes.  Uma obra de reminiscências assinada por J. Helder de Mesquita. O trabalho podia ser nosso, seu, de qualquer um que tem suas lembranças.
As reminiscências algo da nossa apreciação têm um sabor diferente. É a literatura da alma, do íntimo de um magistrado capaz de cristalizar momentos de simplicidade e de grandeza. Motivação sobeja para escrever ternuras.

O recordar é viver do cancioneiro popular tem a musicalidade de uma evocação simétrica para contar a historia do tempo.  Idas e vindas de uma vida proba. Senso estético da caminhada na esteira das realizações profissionais.

Helder de Mesquita, o eterno magistrado das nossas recordações do fórum, contando fatos e atos pitorescos. Usa verve. Mescla bom humor e seriedade no seu relato completo de memórias.  Produz o livro dos sonhos. Consegue mostrar a dinâmica de tudo o que fez, ou vivenciou em prol da causa do bem. Juiz de Direito vocacionado para o mister de Justiça. Trabalhador incansável das lides jurídicas.

 Reminiscências têm roteiro de filme num suspense bem dosado dos caracteres de uma vida. Helder desabafa. Conta da sua luta  diuturna por um lugar ao sol. Disserta da sua fraqueza que o fez fumante. Narra sua fortaleza hercúlea para vencer crises. Um juiz que sabe contar histórias com a harmonia de repassar exemplos. Livro excelente. Maduro na sua concepção de literatura da simplicidade. Roteiro linear de feitos articulados por vaidades improdutivas. História bem contada dentro dos parâmetros da sinceridade que não agride.

“Reminiscências” agradáveis de serem lidas por todos. Maçons, leigos ou profanos, total de leitores que se aglutinam em torno dos fatos, tão nossos. Lembrar com o saudosismo dos puros de coração. Análise introspectiva de quem reparte suas ações na certeza de ter correspondido  no cumprimento do dever de cidadania.

Helder de Mesquita impoluto no seu relato de historiador doméstico, culto e perspicaz no aproveitamento da sua veia de escritor por natureza.
  
Honra-nos apresentar um trabalho do porte dessas reminiscências que nos calaram profundamente no capítulo das igualdades e no nivelar nos caminhos da magistratura. Encontramos os mesmos lances da política interna e externa que circunda a vida dos juízes. Somos intérpretes das leis.  Soldados da Justiça com uma vontade enorme de assistir à equação dos problemas, na certeza de encontrar a deusa Themis sem a necessidade de usar venda nos olhos

Helder de Mesquita dá um recado enérgico nas suas reminiscências que são nossas, no tangenciar das igualdades entre os  homens e mulheres de boa vontade.

 Um livro alentado não só em volume, mas, no conteúdo programático da valorização da vida profissional. O correto, as boas intenções, a vontade de querer da o bem da comunidade são suportes de grandeza que não se medem na simples dimensão de um livro. Vale contar a história tão nossa e que nem sempre temos a disponibilidade de narrar.                                 

J. Helder de Mesquita assina mais uma sentença no rol das suas produções de verdadeira Justiça.

Paulo Eduardo.

3 comentários:

Gabriel Mesquita disse...

Já tô aguardando...quero ver as "coisitas" que aconteciam nos Foros da vida..rs...

Estefania disse...

Estou no aguardo também...

Estefania disse...

Também estou no aguardo da publicação.